O estado do Rio de Janeiro chegou nesta quarta-feira (5) a 13.855 mortes por coronavírus. São 172.679 casos confirmados da doença. Os dados são da Secretaria Estadual de Saúde (SES).
Em 24 horas, foram 140 novos óbitos e 3768 novos casos. Na média móvel, são 94 mortes por dia, com diminuição de 4% em relação a duas semanas atrás. O dado indica, segundo especialistas, uma tendência de estabilidade.
Principais dados
13.855 mortes -- eram 13.715 mortes
172.679 casos confirmados -- eram 168.911
140 óbitos e 3768 casos registrados em 24 horas
153.966 pacientes recuperados - eram 146.119
Mortes por município (até 5/08)
Rio de Janeiro – 8.499
São Gonçalo – 600
Duque de Caxias – 582
Nova Iguaçu – 443
São João de Meriti – 328
Niterói – 309
Belford Roxo – 221
Campos dos Goytacazes – 215
Itaboraí – 171
Magé – 164
Petrópolis – 146
Mesquita – 141
Volta Redonda – 131
Nilópolis – 129
Angra dos Reis – 120
Macaé – 118
Itaguaí – 96
Teresópolis – 89
Cabo Frio – 87
Maricá – 86
Barra Mansa – 72
Nova Friburgo – 71
Rio das Ostras – 61
Resende – 53
Guapimirim – 47
Três Rios – 46
Seropédica – 45
Araruama – 43
Queimados – 43
Saquarema – 43
Barra do Piraí – 40
Tanguá – 37
Rio Bonito – 35
Itaperuna – 33
Mangaratiba – 29
Paracambi – 27
Cachoeiras de Macacu – 25
Paraty – 25
Iguaba Grande – 23
Paraíba do Sul – 22
Sapucaia – 22
São Francisco de Itabapoana – 20
Japeri – 19
Vassouras – 19
São Pedro da Aldeia – 18
Casimiro de Abreu – 17
Itaocara – 15
São Fidélis – 15
São José do Vale do Rio Preto – 14
Bom Jesus do Itabapoana – 13
Quissamã – 13
Miguel Pereira – 12
Armação dos Búzios – 10
Pinheiral – 10
Porciúncula – 10
Rio Claro – 10
Valença – 10
São João da Barra – 9
Piraí – 8
Sumidouro – 8
Porto Real – 7
Aperibé – 6
Arraial do Cabo – 6
Conceição de Macabu – 6
Italva – 6
Santo Antônio de Pádua – 6
Paty do Alferes – 5
Carapebus – 4
Itatiaia – 4
Silva Jardim – 4
Areal – 3
Bom Jardim – 3
Engenheiro Paulo de Frontin – 3
Miracema – 3
Natividade – 3
Carmo – 2
Comendador Levy Gasparian – 2
Macuco – 2
Mendes – 2
Rio das Flores – 2
Santa Maria Madalena – 2
Cambuci – 1
Cantagalo – 1
Cardoso Moreira – 1
Cordeiro – 1
Duas Barras – 1
Quatis – 1
São Sebastião do Alto – 1
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quarta-feira, 5 de agosto de 2020
TCE investiga suspeita de duplicidade nas contratações para o Hospital de Campanha de Nova Iguaçu
O Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE) decidiu investigar novas denúncias envolvendo os Hospitais de Campanha do RJ. Segundo a acusação, as obras da unidade de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, possuem indícios de contratações duplicadas para o mesmo serviço.
O deputado federal Paulo Ganime (Novo) e o deputado estadual Alexandre Freitas (Novo) encaminharam a denúncia ao órgão de controle. O TCE vai notificar as secretarias de Saúde e de Infraestrutura do estado.
O que chamou a atenção dos parlamentares foi a necessidade de construção do Hospital de Campanha no mesmo local onde já estava sendo construído um hospital modular, com 300 leitos.
Além dos dois projetos direcionarem investimentos do estado para o mesmo local, após cinco meses de pandemia da Covid-19, nenhuma das duas unidades foram concluídas.
Hospitais sem uso
No último sábado (1), o RJ2 mostrou que apesar da obra já ter consumido R$ 40,9 milhões dos cofres públicos, o Hospital Modular de Nova Iguaçu estava completamente vazio.
Já a o Hospital de Campanha de Nova Iguaçu está praticamente pronto, com colchões ainda embalados e equipamentos instalados. Mas assim como a unidade modular, segue vazio e abandonado.
Sete unidades
Ao todo, o estado gastou com a construção e operação de sete unidades temporárias para atender pacientes com Covid-19. Os Hospitais de Campanha seriam instalados em municípios da Região Metropolitana e do interior.
Na prática, apenas dois desses hospitais chegaram a receber pacientes. Os outros cinco, nunca atenderam ninguém.
Iabas
Todas as unidades estavam sob a gestão da O.S. Iabas, que recebeu R$ 256 milhões, do total de R$ 770 milhões do contrato firmado com o Governo do RJ. As duas unidades que chegaram a funcionar foram instaladas no Maracanã, que atendeu por cerca de dois meses, e a de São Gonçalo, que foi entregue com atraso e só abriu as portas por 30 dias. Os dois hospitais já não funcionam mais, apesar da Justiça do Rio ter determinado que as duas unidades continuassem abertas. O estado está recorrendo da decisão. Segundo o governo, a rede pública de saúde atualmente tem capacidade suficiente para receber os pacientes com covid-19. O ex-secretário Edmar Santos, e o ex-subsecretário Gabriell Neves estão presos por suspeita de desviar recursos da Saúde.
Funcionários sem salários
Enquanto a Justiça não decide o que vai ser feito com as estruturas montadas nos hospitais temporários do Rio de Janeiro, funcionários e fornecedores seguem cobrando o estado por salários e material vendido que não foi pago.
Via G1
segunda-feira, 3 de agosto de 2020
VEREADOR DE RIO DAS OSTRAS MISAIAS MACHADO RECEBE DENÚNCIAS DE ALIMENTOS ESTRAGADOS DISTRIBUÍDOS PELA PREFEITURA
O vereador de Rio das Ostras, Misaias Machado, recebeu denúncias sobre a distribuição de alimentos estragados nas cestas básicas entregues pela Prefeitura aos estudantes da rede municipal durante a pandemia. Para verificar a procedência, ele esteve na casa de algumas dessas famílias que denunciaram e constatou que alguns produtos realmente estavam mofados e outros sem a data de validade.
Pelas redes sociais, Misaias publicou um vídeo feito na casa de duas mães de alunos da rede municipal. “É inadmissível a gente aceitar que a Prefeitura forneça produtos estragados para nossos alunos, colocando em risco a vida dessas crianças. Vale lembrar que a prefeitura pagou quase R$ 4 milhões a uma empresa de fora do município para a compra desses produtos com qualidade duvidosa”, desabafou.
No vídeo, o Vereador Misaias e duas mães de alunos da rede municipal alertaram as famílias que receberam os kits distribuídos pela Prefeitura para que verifiquem se os mantimentos estão dentro da data de validade ou se estão em condições de consumo. “Imagine se eu faço esse alimento aqui mofado para meus filhos, o que aconteceria com eles? Mães, abram suas cestas e verifiquem se estão estragados como a minha”, disse a mãe de uma criança.
A suspensão da aula presencial foi decretada no dia 14 de março e desde o início da quarentena, o vereador Misaias fez constantes cobranças à Prefeitura para que a alimentação dos alunos fosse disponibilizada o quanto antes para evitar que famílias passassem necessidade. Porém, de acordo com informações da Prefeitura de Rio das Ostras, a primeira remessa dos kits começou a ser entregue somente na segunda quinzena de maio e a segunda foi disponibilizada somente no início de julho, ou seja, depois de quase 45 dias de atraso.
Cada uma das 45.048 cestas básicas custou R$ 74,30 e é composto por 2kg de açúcar refinado; 5kg de arroz; três pacotes de 200g de biscoito cream cracker; um pacote de 500g de café torrado e moído; 1kg de farinha de mandioca; 2kg de feijão preto; 1kg de fubá, dois pacotes de 400g de leite integral em pó; dois pacotes de 500g de macarrão; 900ml de óleo de soja; 1kg de sal.
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